Se a namorada não quer, tem quem faça

Na época eu estava com 18 anos, num namoro de uns dois anos, nunca tentei nada, mas eu não aguentava mais! Minha namorada tinha 15, o nome dela é Érica, morena-clara, com os cabelos encaracolados, uns olhos-castanhos lindos, e era um mulherão! Tinha uma cinturinha fina e uma bunda que só a mulher brasileira tem! Se você a visse na rua acharia que ela tinha uns 17, 18.. Mas um problema, por mais que eu insistisse, ela não queria fazer nada, por medo da reação do seu pai, teve um dia que eu quase consegui, mas ela desistiu quando eu estava tirando a roupa! Nesse dia eu meio que fui estúpido, fiquei nervoso, e terminei com ela.. Fiquei umas 2 semanas arrasado, mas o desejo continuava, eu precisava de sexo!

Nesta época também, eu estudava em Curitiba, pois onde moro não tem um ensino de qualidade, e próximo à minha escola tinha um putero...

Economizei, matei aula, e fui! Chegando lá havia uma acompanhante no balcão, rosto bonito, seios pequenos e bunda perfeita: grande o suficiente, mas sem celulite, e com uma marquinha de biquini. Ela disse que o preço do seu programa era R$ 70,00 (tava barato! lol). Aceitei paguei, e subimos para o quarto.

No quarto perguntei como ela conseguia ser tão bonita e perfeita e ela respondeu com um beijo na boca. Senti seu perfume suave e pensei que ela era a mulher perfeita para mim.

Pelados e de banho tomado, estávamos prontos para o programa. Ela fez eu deitar de costas no meio da cama, acariciou meu peito e barriga até a mão chegar no meu pau, tava com uns 17 cm na época, olhou pra ele e depois para mim e sorriu. Passou a lingua nos lábios e caiu de boca no cacete.

Ela enfiava tudo na boca e levantava a cabeça fazendo uma sucção incrível. Sua mão massageava minhas bolas. Quase gozei quando ela enfiou tudo na boca e garganta e conseguiu lamber meu saco. E quando ela se dedicava a cabeça com chupadas, lambidas e mordidinhas, uma mão punhetava o tronco e a outra mão massageava o saco. Quando percebeu que eu estava para gozar ela parou, levantou-se e agachou sobre minha cara esfregando a xoxota melada na minha cara. Chupei com gosto aquela xoxota rosadinha. Enfiei a língua para chupar mais mel, enfiei os dedos na xoxota e no cuzinho apertado. Ela ficou de quatro para um 69 e senti que ela vestiu o cacete com a boca (colocou a camisinha na boca e a desenrolou com os lábios enquanto abocanhava o cacete). Algumas chupadas e ela se levantou dizendo que queria gozar no cacete. Agachou-se sobre meu pau e vi sua xoxota engolir meu caralho. Em cima de mim, com as mãos apoiadas no meu peito, ela começou a cavalgar como um verdadeira amazona. Subia e descia em movimentos amplos, fazendo meu pau ora quase sair inteiro ora quase entrar com as bolas junto. Ela tinha bom preparo físico pois cavalgou por uns cinco minutos. Quando falei que queria gozar ela parou e ficou paradinha com meu pau todo dentro. Perguntou se eu ainda estava para gozar e respondi que não. então passou a requebrar esfregando a xoxota na minha pélvis. Parecia dança do ventre. Era delicioso. E ela gozou apertando o seios e gemendo para o teto. Pensei que ela ia descansar um pouco mas ela, chamando-me de gatinho, perguntou se eu queria mais,  eu disse que queria comer seu cú, de quatro, que visão dos deuses! Aquela bunda perfeita a minha disposição. Beijei sua nádegas, lambi o cuzinho e soquei rola naquele buraquinho apertado. Senti meu pau indo e vindo através da fina pele que separa o cu da xoxota. Comecei a bombar devagar para não machucá-la mas ela pediu para eu meter feito homem. Então passei a socar a rola com força, tirando quase a cabeça e enfiando rapidamente até minha virilha bater na sua bunda num bate-estaca violento. Ela dizia que era aquilo que gostava: ser arrombada, ter as pregas destruídas, ter o cu arregaçado. Segurei o gozo por alguns minutos e avisei que ia gozar. Ela pulou para frente e girou feito uma gata. Arrancou a camisinha e abocanhou meu cacete num boquete tipo garganta profunda rápido e irresistível. Gozei quase que imediatamente. Com a boca cheia, foi ao banheiro cuspir minha porra.

Ela escovava de dentes quando sorrateiramente cheguei por trás e enfiei meu pau no seu cuzinho ainda melado pela foda anterior. Ela parou a higiente bucal, colocou as mãos na pia e curvou-se mais ainda para facilitar a penetração. Soquei naquele cu por uns cinco ou seis minutos até gozar fartamente naquele reto tão aconchegante. Vendo meu pau duro novamente, ela começou um boquete ,e, apesar de já ter gozado duas vezes, não consegui me segurar e acabei gozando na sua boca. Desta vez ela engoliu minha porra lambendo algumas gotas perdidas no cacete e na virilha.

Eu estava exausto, mas voltamos para a cama, ela deitou na minha frente e eu encaixei meu pau no seu cú. Dormimos assim por umas duas horas até que eu acordei assustado e sai correndo, para não perder meu ônibus! Dei um beijão nela, ela quis chupar meu pau novamente, mas não tinha tempo... Me despedi dela e fui..

Uns 4 anos depois, depois de muitas fodas, e quando eu tirei carta, acabei voltando ao putero para ver se a via novamente, mas fiquei sabendo que ela acabou se casando com um empresário rico.. Fiquei com ciúmes, mas também alegre, pois aquela era uma vida dificil...

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