Mais considerações sobre o sexo pago

A linguagem intimidatória funciona nestes casos porque a maioria dos homens sentem medo da desvalorização. Eles pensam que as mulheres gostam deles em si, e se derretem ao receberem aquela enxurrada de declarações de amor que a mulher lhes faz no início do relacionamento. Por serem machos de baixa hierarquia, são desprovidos de ambição e seus desejos se limitam a esperar a morte com o mínimo de sofrimento possível. São passivos, e por isso mesmo a vida lhes fará tomar no cu.

A sexualidade do homem possue dois pedais: acelerador e freio.

O acelerador é a libido. O homem quer espalhar os seus genes para o maior número de mulheres possível. A partir do momento em que o acelerador é acionado pela primeira vez, o homem jamais se sentirá sexualmente satisfeito. A satisfação é apenas temporária, pois poucas horas depois de fazer sexo, o homem já quer ter uma nova relação sexual. Satisfação e prazer são anestesias para o trabalho. Existem para recompensar e revigorar o homem, preparando-o para se esforçar novamente. Quem aqui nunca ouviu falar que o prazer é importante, mas em primeiro lugar vêm as responsabilidades? É exatamente assim que funcionamos. O desenvolvimento pessoal é o principal, pois nosso corpo foi feito para se movimentar e nosso cérebro foi feito para pensar. Descanso e prazer são o alívio. Quando se vive apenas a recompensa, mas nunca se investe no desenvolvimento pessoal, o resultado é a monotonia. A monotonia causa sofrimento justamente porque não fomos feitos para o comodismo.

O freio é a paixão. A paixão é exclusiva do homem por se tratar de um sentimento ativo. O papél ativo no relacionamento é do homem. É importante que o homem seja programado geneticamente com um freio à sua sexualidade, pois sua proteção é necessária enquanto a fêmea estiver grávida, bem como alguns meses depois de a prole nascer. O aparelho psicológico da mulher é totalmente voltado a manipular o homem em favor do seu interesse de um relacionamento sério, para tirar dele todos os recursos necessários à perpetuação da espécie. Acontece que o homem é três vezes mais forte e possui seis bilhões de neurônios a mais. A mulher sozinha jamais conseguiria qualquer coisa do homem. E é por isso que o homem possui essa fraqueza que é a paixão, uma brecha para que a mulher tenha qualquer chance de conseguir o que ela quer. Os homens que não se apaixonam são indomáveis. Sempre ganham a guerra da paixão, pois sem que o homem consinta, a mulher não possui qualquer poder sobre ele. São literalmente soberanos, e por isso é que existem bilhões de mulheres usadas e descartadas por cafajestes. Não existe mulher alfa, pois a mulher está no nível de um beta. Ela não é capaz de evoluir, pois a natureza lhe deu um papél passivo, sem poder. O poder é do homem, que pode ser tanto o mais independente quanto o mais apegado, dependendo de como ele se comportar.

O homem vive em uma balança entre esses dois pedais. É impossível romper qualquer um deles. O que se pode fazer é lutar contra eles, ou contra um deles. Nossa sociedade incentiva os homens a lutarem contra a libido e se renderem à paixão. O homem rendido pela paixão freia quase que completamente a sua libido. Vive apenas de sentimentos e recebe um mínimo de satisfação sexual para não ficar louco. A paixão é realmente um mecanismo capaz de castrar o homem. Não há uma castração propriamente dita, pois a atividade hormonal ainda existe. A castração emocional causada pela paixão faz com que o homem conscientemente rejeite sua própria sexualidade. O corpo masculino quer sexo e estimula o homem a exercer sua sexualidade, mas o homem repete à si mesmo que isso é errado, sente vergonha desse mecanismo e usa todas as suas forças para suprimir as necessidades do corpo. Não é a toa que muitos cometem suicídio. Estão a destruir o próprio organismo.

Quando um homem é castrado emocionalmente, não adianta argumentar em linhas racionais. Mesmo que os argumentos do emasculado sejam totalmente destruídos por um discurso lógico e científico, ele ainda sim recusará a verdade. Para convencer um homem a reerguer sua virilidade e pisotear o vírus da paixão, é preciso atacar o seu emocional. Existem duas maneiras de fazer isso: atiçando a sua sexualidade ou devolvendo a ele as consequências de seu apaixonamento.

Não existe emasculação que resista a uma linda jovem de um metro e sessenta e cinco de altura, peituda, bunduda e coxuda. A fartura sexual inibe a paixão. Afinal, porque um homem haveria de se incomodar com os inferninhos emocionais da mulher A, se ele tem disponíveis a B, C, D, E, F e por aí vai? Para os apaixonados que estão a ler o meu texto nesse momento, sugiro que dêem uma boa olhada na mulher que os está manipulando. Sim, geralmente é uma mediana despeitada, bundinha decente, carinha “arrumadinha de vez em quando”. E então amanhã aparece ESSA MULHER AQUI

Garanto que a paciência para joguinhos diminuirá exponenciamente. A maioria dos homens que criticam a prostituição nunca usaram os serviços. Basta uma GP dar trato no “pau caseiro” que a mentalidade emasculadora em que ele vivia desce pelo ralo.

Tem também o segundo caso, onde o homem sente as consequências do apaixonamento. Acredito que esse tenha sido o caso da maioria dos membros das comunidades virtuais da real. Chega a um ponto em que a pilantragem passa tanto da linha de tolerância que a fera acorda e o homem procura a libertação. E aí sim, ele finalmente começa a devorar os livros de Nessahan, as postagens dos blogs e passa a ler e participar das comunidades e fóruns.

Prostituição é um serviço essencial para o bem estar do homem. O homem que se recusa a consumir a prostituição por sentir vergonha de recorrer a esse serviço não é diferente de uma pessoa se recusar a comer em um restaurante por ser muito orgulhoso para provar uma comida que não foi feita pela sua mamãezinha. Tem que ser muito imbecil para se recusar a sentir prazer por meio do melhor custo-benefício da atualidade.

A única ressalva que faço a respeito da prostituição é que ela não deve ser usada como escusa à falta de desenvolvimento pessoal. Não é saudável deixar de procurar a evolução ou a socialização só porque possui uma opção garantida de sexo. Relações sexuais com prostitutas profissionais não excluem relações sexuais com “prostitutas civis”. Ao invés de usar uma como desculpa para fugir da outra, por que não ter as duas? A prostituta civil / indireta / social está de greve e se recusa a fornecer sexo sem chantagens emocionais? A melhor solução é se afastar dela e usar a prostituta profissional para o serviço. Quando a civil sentir o desapego e oferecer sexo de conciliação, dê um tempo da profissional. Não existe nenhum motivo para o homem não buscar o equilíbrio entre prostituição civil e profissional. Afinal, o negócio é comer cu e buceta.

O artigo tocou num ponto muito interessante: as mulheres de hoje não tem nada de bom a oferecer além do sexo. E por isso, não passam de prostitutas amadoras. A ideia de ter a exclusividade de uma mulher, tanto do ponto de vista sexual quanto do afetivo, é correta, porém impraticável. Hoje não existe fidelidade e honestidade no mercado sexual. É ineficaz a atitude de procurar uma mulher que não tenha sido afetada pelas porcarias culturais que cercam o mundo atualmente. Primeiro é necessário limpar as porcarias culturais que cercam o mundo atualmente. Depois, substituir as porcarias por uma cultura de valores e respeito. E por fim, só então colher os resultados, que são mulheres próprias para se formar uma família.

Como fazer isso?

1. Não assumir compromisso com: carreiristas, feministas, garotas de programa, mulheres de origem questionável, pseudo-exceções, vadias de toda espécie, etc.
2. Desenvolver-se em todos os aspectos da vida (acadêmico, econômico-financeiro, emocional, espiritual, profissional, sexual, social, etc).
3. Estender a mão a quem honestamente procurar ajuda, compartilhando todos os conhecimentos que adquirir em sua jornada.
Por fim, e não menos importante: se o sexo não é gratuito, a mulher é um objeto. Quando a mulher exigir qualquer compensação por sua companhia, seu afeto ou sua atividade sexual, ela é uma prostituta. Quando a mulher consente que o homem arque inteiramente com as despesas de comida, bebida, combustível ou hospedagem, ela consentiu tacitamente em ser um objeto de consumo. Quando a mulher exige que o homem a conquiste com habilidades sociais como boa conversa, postura corporal, seriedade, serenidade, sutileza nas demonstrações de sexualidade, ela consentiu tacitamente em ser um objeto de consumo. Sexo de graça? Só quando a mulher consente a relação sexual por se sentir genuinamente interessada pela personalidade do homem, pelo que o homem é em si, e não pelo que ele tiver a oferecer.
Muitos pensarão: “mas Roberto, se for assim, toda mulher é um objeto então! É praticamente impossível uma mulher ser tão honesta e igualitária em um relacionamento!”

Resposta correta. Entendeu agora a importância de o homem lutar contra o apaixonamento?



fonte: http://mundorealista.com/forum/viewtopic...20#p146077

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